Pular para o conteúdo principal

Noivinhos em feltro

noivinhos

Um dia desses

Adriana Calcanhotto

Composição: Torquato Neto / Kassin

De tanto me perder, de andar sem sono
Por essa noite sem nenhum destino
Por essa noite escura em que abandono
Os sonhos do meu tempo de menino

De tanto não poder mais ter saudade
De tudo que já tive e já perdi
Dona menina
Eu me resolvo agora ir me embora
Pra bem longe e daqui

Um dia desses eu me caso com você
você vai ver.. ai ai..você vai ver
Um dia desses de manhã com Padre e pompa
Você vai ver como eu me caso com você

Meu pobre coração não vale nada
Anda perdido, não tem solução
Mas se você quiser ser minha namorada
Vamos tentar, não custa nada

Até pode dar certo..ai ai
E se não der eu pego um avião
Vou pra Shangai e nunca mais eu volto pra te ver..

Um dia desses eu me caso com você
Você vai ver.. ai ai..você vai ver
Um dia desses de manhã com Padre e pompa
Você vai ver como eu me caso com você

Um dia desses eu me caso com você
Você vai ver... você vai ver
Um dia desses de manhã com Padre e pompa
Você vai ver como eu me caso com você

Comentários

Sandy Matos disse…
Que lindinhos esses casaizinhos!!
Parabéns pelo blog. Já estou seguindo. Se puder, dê uma passadinha no meu, e se quiser seguir também, ficareis feliz. Abraços!!!
http://sandyadorartes.blogspot.com.br/
Sandy Matos disse…
Que lindinhos esses casaizinhos de feltro. Adoooooro!!! Parabén pelo blog. Já estou seguyindo. Se quiser dê uma passadinha no meu, e se puder seguir ficarei feliz!! Abraços!!


http://sandyadorartes.blogspot.com.br/

Postagens mais visitadas deste blog

Toucas do Chaves versão para bebês

  SAIRAM DO FORNO… Pois é gente. este pedido já me foi feito a muito tempo atrás e só agora é que terminei. Por isso, antes de mais nada, quero agradecer a cliente Inari pela confiança e paciência que teve. A criança já cresceu bastante então tentei fazer de um tamanho que dê para ela usar durante um tempo bom, espero que dê certo. Pé de Nabo Palavra Cantada Composição : Sandra Peres / Luiz Tatit Ser assim é uma delícia Desse jeito como eu sou De outro jeito dá preguiça Sou assim pronto e acabou A comida de costume Como bem e não regulo Mas tem sempre alguns legumes Que eu não sei como eu engulo Brincadeira, choradeira, Pra quem vive uma vida inteira Mentirinha, falsidade, Pra quem vive só pela metade Quando alguém me desaponta Paro tudo e dou um tempo Dali a pouco eu me dou conta Que ninguém é cem por cento Seja um príncipe ou um sapo Seja um bicho ou uma pessoa Até mesmo um pé-de-nabo Tem alguma coisa boa

Filtro do Sonhos - Mais cor e beleza para sua casa

A história conta que os filtros do sonho surgiram do povo Ojibwa (indígenas norte-americanos), com a função de purificar as energias, separando os “sonhos negativos” dos “sonhos positivos”, além de trazer sabedoria e sorte para quem o possui. O  filtro era feito da seguinte forma:  O filtro dos sonhos consiste em um círculo, tradicionalmente feito com fibras de um salgueiro-chorão e revestido com tiras de couro, ao qual são amarrados vários fios, formando uma espécie de teia de aranha com uma abertura circular no centro. Uma pena de ave (preferencialmente de coruja, por significar “sabedoria”) é colocada debaixo da teia, assim como outras penas e adereços. A pena simboliza a respiração e o ar, elemento essencial para a vida. Filtro contemporâneos Inspirados pela beleza e tradição do povo Ojibwa hoje temos filtros feitos de diversos materiais e técnicas diferentes, são usados como objetos de decoração e também trazem significados subjetivos para o artista a...

Gorro Andino, ou touca peruano, ou touca aviador

Dobrada à morda do Porto Álvaro de Campos Um dia, num restaurante, fora do espaço e do tempo, Serviram-me o amor como dobrada fria. Disse delicadamente ao missionário da cozinha Que a preferia quente, Que a dobrada (e era à moda do Porto) nunca se come fria. Impacientaram-se comigo. Nunca se pode ter razão, nem num restaurante. Não comi, não pedi outra coisa, paguei a conta, E vim passear para toda a rua. Quem sabe o que isto quer dizer? Eu não sei, e foi comigo ... (Sei muito bem que na infância de toda a gente houve um jardim, Particular ou público, ou do vizinho. Sei muito bem que brincarmos era o dono dele. E que a tristeza é de hoje). Sei isso muitas vezes, Mas, se eu pedi amor, porque é que me trouxeram Dobrada à moda do Porto fria? Não é prato que se possa comer frio, Mas trouxeram-mo frio. Não...